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Amamentar: um ato de amor

Na semana do aleitamento materno, Unimed VTRP ressalta a ligação do ato com a proteção à saúde do bebê

31 de julho de 2014

Ao amamentar, a mãe não apenas alimenta o bebê com seu leite, mas também o nutre com afeto, segurança e amor. Aconchegar o filho no colo e senti-lo como uma extensão de seu próprio corpo, é uma vivência única, que só as mães experimentam. “Mas quem mais ganha neste momento são as crianças, pois o vínculo estabelecido durante o aleitamento é extremamente importante para o seu desenvolvimento emocional e intelectual“, observa o pediatra João Paulo Weiand, cooperado da Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP).

Segundo o médico, até os seis meses de vida o bebê deve ser alimentado exclusivamente com leite materno. Neste período, não é necessário oferecer a ele água ou chás, pois o leite materno sacia tanto a fome quanto a sede. A lista de benefícios proporcionados pela amamentação é extensa. Mas um dos principais está relacionado à proteção da saúde do bebê. “O leite materno fornece proteínas de defesa, previne uma série de infecções e viroses e regula a flora intestinal. Além disso, pode evitar a asma e a obesidade infantil”, cita o pediatra.

Para usufruir de tudo isso, o médico recomenda que mãe siga com a amamentação, pelo menos, até os dois anos de idade da criança. “Quando a mulher retorna ao trabalho, é importante que, junto com outros alimentos, continue oferecendo o leito materno ao filho”, destaca Weiand. Orienta que, ao longo do dia, a mulher esgote os seios e deixe o leite em refrigeração. Dessa forma, mantém o estímulo à produção do alimento e gera reservas que podem ser servidas ao bebê na sua ausência.

Para a manutenção da produção de leite, a mulher deve ter uma alimentação saudável e equilibrada, rica em frutas e verduras. Também precisa dar uma atenção especial à ingestão de líquidos, consumindo pelo menos três litros diários. Nesta conta, valem água, sucos e chás. A amamentação ainda depende da disposição da mãe. Ela deve estar tranquila e descansada, evitando estresse físico ou mental. Para isso, é fundamental que conte com o suporte do pai da criança, amigos ou familiares, para auxílio nos afazeres diários e nos cuidados com o bebê.

Algumas mulheres podem enfrentar dificuldades no início da amamentação, porém, precisam ter paciência e insistir nesta prática. Que mãe não gostaria de proporcionar todos esses benefícios ao seu neném? Mas nem sempre a maternidade segue o curso desejado. Se a mulher não conseguir amamentar, não deve se desesperar. Afinal, o alimento que não pode faltar para o seu filho é o amor.

Acompanhamento
Quando surgirem dúvidas e preocupações com relação ao crescimento e desenvolvimento do bebê, procure sempre o pediatra do seu filho, que é o profissional mais preparado para orientá-los e acompanhá-los nesta jornada.


Dicas para a amamentação

Confira a seguir algumas orientações da técnica de enfermagem Fernanda Michéle Joris, que atua no Espaço Vida Unimed:
* Para amamentar, procure um local tranquilo, silencioso e com temperatura agradável. Isso deve ser observado principalmente nos primeiros dias de vida do bebê.

* No momento da mamada, o bebê precisa estar com a boca bem aberta e posicionado para a “pega”.

* Na maternidade, nas primeiras mamadas, aproveite o auxílio da equipe de enfermagem.
* Observe e manuseie as mamas para perceber locais mais densos, onde o leite pode estar retido. Se necessário, massageie a região para a descida deste leite.

* Mantenha uma boa hidratação do organismo, pois o consumo de líquidos, principalmente água, auxilia no aumento da produção de leite.

* Alimente-se adequadamente, com refeições saudáveis, e não passe horas em jejum. Entretanto, não coma por dois.

* Descanse. O sono é fundamental para a produção de leite e diminuição da ansiedade no momento da amamentação.

* Dificuldades e complicações são muito individuais, bem como a anatomia do seio de cada mulher, portanto não existe uma formula mágica do que é melhor no momento de fissuras, ingurgitamento, bico plano ou invertido. Converse com o obstetra e com o pediatra.

* Confie em si e procure estar com pessoas positivas e que transmitam confiança.

* Não tente ser uma supermãe. Amamentar é seu papel e ninguém pode substituí-la. Mas direcionar as demais tarefas é importante, para não se sobrecarregar e também incluir o pai nesta fase.

* Nas consultas e reconsultas com o pediatra, ele avalia a amamentação. Caso tenha dificuldades ou alguma complicação, ele irá prescrever o melhor medicamento, procedimento ou forma de melhora do quadro.

Categoria: Unimed VTRP