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Previna-se contra a dengue!

11 de março de 2019

As chuvas e altas temperaturas do verão são os principais fatores de risco para a reprodução e proliferação do temido mosquito Aedes aegypti. Você sabe por que as autoridades ficam sempre tão preocupadas quando surgem focos dele nos municípios? Sozinho, o Aedes aegypti é transmissor da dengue, da febre amarela urbana, do Zika e da Chikungunya.

No Brasil, a dengue é um problema histórico. Em 2019, focos do mosquito transmissor foram encontrados em diversos municípios dos vales do Taquari e Rio Pardo. Ou seja, o risco para a dengue é real. O combate ao mosquito ainda é a principal maneira de se prevenir!

Para te ajudar nesta jornada, separamos informações importantes sobre a dengue. Conheça a doença para ajudar a combatê-la, e mandar pra longe esse risco na nossa região!

   

Transmissão

A via de transmissão do vírus é a picada do mosquito Aedes aegypti. Porém há casos de transmissão vertical – da gestante para o bebê – e por transfusão de sangue.  

Sintomas da dengue

Febre alta com início súbito (39° a 40°C) e forte dor de cabeça Dor por trás dos olhos, perda do paladar e apetite Manchas e erupções na pele parecidas com as que ocorrem no sarampo Náuseas, vômito e tontura Cansaço, moleza, dor no corpo, ossos e articulações Dor abdominal

Dengue hemorrágica

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue clássica, com a diferença que, entre o terceiro e quarto dia, começam a aparecer sinais de hemorragias. O estado do paciente se agrava rapidamente, podendo chegar a insuficiência circulatória. Após o final do período febril surgem:

• Dores abdominais contínuas;
• Vômito persistente;
• Pele pálida, fria e úmida;
• Sangramento no nariz, boca e gengiva;
• Manchas vermelhas na pele;
• Sonolência, agitação e confusão mental;
• Sede e boca seca;
• Dificuldade respiratória;
• Queda da pressão arterial.

 

Vacina

Apesar de a primeira vacina contra a dengue estar disponível no Brasil desde 2016, em novembro de 2017, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) passou a não recomendar a vacina para pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue. Estudos preliminares identificaram que, nesses indivíduos, ocorreu um aumento do risco de exacerbação da doença, com aumento de casos de dengue grave e maior risco de hospitalização. Uma outra vacina, de dose única, está em fase final de testes no Instituto Butantan, mas ainda sem previsão de liberação.

Contraindicação da vacinação
• Pessoas imunodeprimidas (com distúrbios de imununidade);
• Alergia grave a algum dos componentes da vacina;
• Gestantes;
• Mulheres em fase de amamentação;
• Indívíduos que nunca tiveram dengue.

 

Prevenção

• Não deixe água parada em pneus, baldes, garrafas, pratos de plantas ou qualquer outro recipiente;
• Cubra caixas d’água e piscinas;
• Instale telas em janelas e portas;
• Use roupas compridas e repelente nas áreas expostas.