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8 receitas sem glúten para o Dia Internacional do Celíaco

Data reforça a atenção aos cuidados na alimentação de quem tem a doença

16 de maio de 2020

Hoje comemora-se o Dia Internacional do Celíaco, data que traz informações e esclarecimentos sobre a doença celíaca e reforça os cuidados na alimentação das pessoas diagnosticadas.

Pensando nisso, preparamos uma cartilha especial com 8 receitas sem glúten. Tem pão, bolo, panqueca, pastel e outras delícias para preparar em casa:

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A CARTILHA

O que é o glúten?
O glúten a principal proteína presente no trigo, no centeio, na aveia, na cevada e no subproduto da cevada, que é o malte.

O que é a doença celíaca?
Uma pessoa com doença celíaca possui intolerância ao glúten, portanto não pode ingerir alimentos com esse elemento. Para a pessoa apresentar intolerânci, ela precisa ter dois fatores:
1 – predisposição genética, portanto, nascer com chance de desenvolver esta intolerância;
2 – comer alimentos que contenham glúten.

Esta intolerância é para a vida toda e acontece, principalmente porque o glúten danifica o intestino delgado e com isso prejudica a absorção dos nutrientes dos alimentos.

Principais sintomas de quem descobre a doença na fase adulta:
– diarreia ou prisão de ventre crônica;
– dor abdominal;
– inchaço na barriga;
– danos à parede intestinal;
– falta de apetite;
– baixa absorção de nutrientes;
– osteoporose;
– anemia;
– perda de peso e desnutrição.

Diagnóstico
O diagnóstico é feito por exame clínico com médico especialista, que vai analisar os sintomas. Biópsia do intestino, por meio de endoscopia, exames de sangue e/ou dieta restritiva sem glúten também podem ser requeridos pelo médico.

Tratamento
O principal tratamento é a dieta com total ausência de glúten; quando a proteína é excluída da alimentação os sintomas desaparecem. A maior dificuldade para os pacientes é conviver com as restrições impostas pelos novos hábitos alimentares. A doença celíaca não tem cura, por isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo resto da vida.

Fonte: Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil – Fenacelbra e Ministério da Saúde