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O que você precisa saber sobre ferritina

19 de julho de 2016

Atualizado às 14h34 de 23/12/2020

Nos dias atuais é muito frequente, em diversos consultórios médicos, a discussão sobre a ferritina. Sempre existe uma referência a familiares, amigos, vizinhos e conhecidos que apresentam níveis alterados deste exame de sangue. Mas afinal, quais as causas desta doença? A ferritina nada mais é do que uma proteína produzida pelo fígado, responsável pelo armazenamento do ferro no organismo.

Ao contrário do que muitos pensam, é importante entender que ferritina alta não significa necessariamente que o organismo tenha excesso de ferro. Na maioria das vezes, não é isso que ocorre.

A explicação é simples. Atualmente, de acordo com o cardiologista e clínico Paulo Roberto Jucá, em nossa região (Rio Grande do Sul) as causas mais comuns desta alteração são decorrentes de problemas metabólicos, em função da obesidade, acúmulo de gordura no fígado e diabetes. Nestas situações, os níveis alterados deste mineral são chamados de hiperferritinemia dismetabólica.

Um estudo australiano indica que cerca de 90% dos casos estão associados com estas patologias e somente 10% com excesso real de ferro no sangue.

O cardiologista alerta que estas pessoas com ferritina elevada por problemas metabólicos diversos estão na faixa de risco de doenças cardiovasculares como infartos e acidentes vasculares cerebrais. Outros fatores relacionados ao aumento da ferritina, conforme explica o médico, são os processos inflamatórios.

De acordo com o gastroenterologista Leandro Bizarro Müller, os processos inflamatórios não são somente de origem hepática (hepatites), mas também de situações mais comuns como gripe, pneumonia, câncer, doenças reumáticas, entre outros. Os níveis normais de ferritina variam entre 50 a 300 mg. Quando ultrapassam 1000 mg, a situação deve ser investigada por um médico.

Porém, mesmo com o nível elevado, o paciente não precisa, necessariamente, afastar-se de alimentos ricos em ferro. “Como na maioria dos casos a elevação da ferritina se deve ao distúrbio metabólico (obesidade, níveis elevados de gordura no sangue, diabetes, entre outros) e não a um excesso de ferro, no geral, uma alimentação saudável, pobre em gorduras e balanceada em carboidratos e proteínas, associada a exercícios físicos regulares é a única medida dietética indicada.

Uma alimentação restritiva de ferro, nestes casos, não trata o problema do paciente e nunca irá protegê-lo de nenhuma das complicações potenciais do distúrbio metabólico”, reforça Müller.

Com relação às sangrias terapêuticas para redução da ferritina, o gastroenterologista afirma que elas são indicadas apenas em casos de comprovada sobrecarga de ferro. As sangrias terapêuticas, quando mal indicadas, podem levar a complicações como anemia, cansaço, fraqueza e deficiência de ferro (mesmo com a ferritina elevada).

É importante ressaltar que a verificação da ferritina não é um exame de rotina e, portanto, não precisa ser solicitado para todos os pacientes.

Somente o médico terá condições de avaliar, individualmente, a necessidade de realização do exame. Algumas pessoas possuem características genéticas que as predispõem a uma absorção do ferro ainda mais fácil, e outras consomem alimentos que também potencializam a absorção do mineral, como a gordura saturada em excesso. Portanto, cuidar da alimentação é uma das recomendações médicas.

Hemocromatose: o que é?

Com menor incidência na população, a ferritina elevada poderá corresponder a uma doença familiar – de causa genética – chamada de hemocromatose. Esta doença, na maioria das vezes não apresenta sintomas, caracteriza-se pela facilidade em acumular o mineral (duas a três vezes mais) e que, quando não tratada, pode levar a outros problemas como cirrose e câncer de fígado, deformações articulares, cardiopatia, hipotireoidismo, diabetes e problemas hormonais.

O diagnóstico é feito através de exames de sangue. Porém, mesmo com a confirmação de hemocromatose ou de uma sobrecarga de ferro, a sangria nem sempre é a primeira conduta. Ela está condicionada a valores encontrados nos exames, presença de lesões ou mau funcionamento de algum órgão. Para descobrir o melhor tratamento, converse com seu médico.

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