{"id":993,"date":"2018-04-16T15:59:48","date_gmt":"2018-04-16T18:59:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/?p=993"},"modified":"2018-04-16T15:59:48","modified_gmt":"2018-04-16T18:59:48","slug":"adocantes-artificiais-podem-causar-cancer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/adocantes-artificiais-podem-causar-cancer\/","title":{"rendered":"Ado\u00e7antes artificiais podem causar c\u00e2ncer?"},"content":{"rendered":"<p>Quando o assunto \u00e9 sa\u00fade e alimenta\u00e7\u00e3o, a maioria das pessoas j\u00e1 sabe que manter uma ingest\u00e3o controlada de a\u00e7\u00facares \u00e9 pr\u00e1tica essencial para controlar o peso e evitar doen\u00e7as. Por isso, ao buscar uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel e longe de excessos, muitos recorrem aos ado\u00e7antes artificiais. E a\u00ed surgem as d\u00favidas: os ado\u00e7antes s\u00e3o seguros? Podem causar c\u00e2ncer? Qual tipo \u00e9 mais indicado?<\/p>\n<p>Quem ajuda a esclarecer o assunto \u00e9 o m\u00e9dico oncologista Stephen Stefani, coordenador cient\u00edfico da Cl\u00ednica de Oncologia Unimed. Conforme explica Stephen, os ado\u00e7antes s\u00e3o subst\u00e2ncias qu\u00edmicas, obtidas de mat\u00e9rias primas naturais ou artificiais e desenvolvidas pela ind\u00fastria de alimentos. \u201cO poder de ado\u00e7amento \u00e9 maior do que o da sacarose (obtida da extra\u00e7\u00e3o da cana de a\u00e7\u00facar). O objetivo destas subst\u00e2ncias \u00e9 substituir total ou parcialmente o a\u00e7\u00facar\u201d, destaca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-1002 img-responsive img-shadow\" src=\"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/clinicadeoncologia-clinica-de-oncologia-unimed-adocante-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/clinicadeoncologia-clinica-de-oncologia-unimed-adocante-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/clinicadeoncologia-clinica-de-oncologia-unimed-adocante-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/clinicadeoncologia-clinica-de-oncologia-unimed-adocante-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/clinicadeoncologia-clinica-de-oncologia-unimed-adocante.jpg 1326w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atualmente, conforme ressalta o m\u00e9dico, existem sete tipos de ado\u00e7antes liberados no Brasil pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). \u201cA venda s\u00f3 ocorre ap\u00f3s testes, realizados em todo mundo, que confirmem a seguran\u00e7a de utiliza\u00e7\u00e3o em humanos. Frequentemente alguns ado\u00e7antes s\u00e3o criticados por poderem causar doen\u00e7as. Entretanto, dentro da recomenda\u00e7\u00e3o de ingest\u00e3o di\u00e1ria, n\u00e3o existem estudos que comprovem os malef\u00edcios\u201d, tranquiliza Stefani.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abaixo, confira a lista dos sete ado\u00e7antes liberados no Brasil e as orienta\u00e7\u00f5es do m\u00e9dico oncologista:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Ciclamato:<\/strong>\u00a0um dos primeiros ado\u00e7antes descobertos, sendo que a sua aprova\u00e7\u00e3o conta com a an\u00e1lise de dezenas de estudos cient\u00edficos. Seu consumo \u00e9 permitido em mais de 50 pa\u00edses. Nos anos 70, surgiu a hip\u00f3tese de que o ciclamato poderia causar c\u00e2ncer de bexiga. Desde ent\u00e3o, foram feitos mais de 450 estudos cient\u00edficos comprovando que o produto n\u00e3o \u00e9 carcinog\u00eanico. Pelo menos 24 estudos mostraram que, mesmo ap\u00f3s ingest\u00f5es elevadas de ciclamato durante toda a vida, n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o ou forma\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer em animais de laborat\u00f3rio, corroborado por v\u00e1rios estudos tamb\u00e9m em humanos.<\/li>\n<li><strong>Aspartame:\u00a0<\/strong>exceto por pessoas que contenham uma doen\u00e7a rara chamada fenilceton\u00faria, n\u00e3o h\u00e1 dados que mostrem risco do seu uso.<\/li>\n<li><strong>Sacarina:<\/strong>\u00a0foi descoberta em 1879, \u00e9 testada, inclusive, em prepara\u00e7\u00f5es assadas.<\/li>\n<li><strong>Acessulfame de Pot\u00e1ssio (Acessulfame \u2013 K):<\/strong>\u00a0geralmente aparece nos r\u00f3tulos dos alimentos como Acessulfame K, Acessulfame de pot\u00e1ssio ou Ace-K.<\/li>\n<li><strong>Sucralose:<\/strong>\u00a0\u00e9 encontrada em alimentos como produtos de padaria, bebidas, chicletes, gelatinas e sobremesas congeladas \u00e0 base de leite.<\/li>\n<li><strong>Neotame:<\/strong>\u00a0a sua utiliza\u00e7\u00e3o foi aprovada em 2002, como ado\u00e7ante de uso geral e intensificador de sabor de alimentos.<\/li>\n<li><strong>Est\u00e9via:<\/strong>\u00a0produzida com as folhas de uma planta conhecida como Stevia, encontrada em alguns lugares da Am\u00e9rica do Sul. Seus testes foram realizados em 2008 e a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) reconhece seu uso.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, Stefani afirma que os ado\u00e7antes diet\u00e9ticos foram extensamente investigados por um longo per\u00edodo de tempo e s\u00e3o seguros. \u201cA correla\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer \u00e9 bem estabelecida com obesidade, mas nenhum estudo cient\u00edfico adequado, sob olhar cr\u00edtico de medicina baseada em evid\u00eancias, mostra que seu uso traga risco para humanos\u201d, completa o m\u00e9dico oncologista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualmente, conforme ressalta o m\u00e9dico, existem sete tipos de ado\u00e7antes liberados no Brasil pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa)<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":1002,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_expiration-date-status":"","_expiration-date":0,"_expiration-date-type":"","_expiration-date-categories":[],"_expiration-date-options":[]},"categories":[2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/993"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=993"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/993\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1004,"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/993\/revisions\/1004"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1002"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=993"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=993"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unimedvtrp.com.br\/clinicadeoncologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=993"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}