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Saúde

Saiba mais sobre o autismo

 

A Turma da Monica tem há algum tempo um integrante especial, o André. Ele é autista, e por meio das histórias traz informação tanto para pais, quanto para as crianças sobre essa disfunção.

O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento que afeta justamente a capacidade de comunicação do indivíduo. Assim, o autista tem dificuldades de responder apropriadamente ao ambiente, segundo as normas que regulam essas respostas. E a falta de informação dificulta o apoio nesse processo.

A Ciência estuda o distúrbio do desenvolvimento humano há seis décadas, mas ainda existem divergências e grandes questões por responder.

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Sintomas – O autismo atinge pessoas de todas as classes sociais e etnias. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. Outra característica comum é a mania de organização e enfileiramento de objetos. Qualquer mudança de rotina tem que ser avisada ao médico.

Há um aumento preocupante dos casos de autismo. Ultimamente se fala que tenha de 10% a 17% de aumento a cada ano. Os registros são mais frequentes do que todos os casos de diabetes, câncer e SIDA (Síndrome da imunodeficiência adquirida) da infância somados. Cerca de 50% das pessoas autistas têm algum grau de deficiência mental, mas autismo também pode ocorrer em pessoas com inteligência considerada normal. Quando as crianças com autismo crescem, desenvolvem sua habilidade social em extensão variada. Algumas permanecem indiferentes, não entendendo muito bem o que se passa na vida social. Frequentemente suas faces mostram muito pouco de suas emoções, exceto se estiverem muito bravas ou agitadas. Podem ser indiferentes ou ter medo de seus colegas. Muitas vezes, o simples fato de querer ir ao banheiro e não conseguir comunicar a ninguém pode ocasionar problemas como agressões a si mesmo ou aos outros. Também podem apresentar muitas estereotipias (movimentos repetitivos sem função ou objetivo definido).

A taxa de incidência aponta uma variação de 1:1000 ou até 1:350 nascimentos se considerarmos os casos leves nas estatísticas. Ou seja, admite-se que pelo menos uma em cada mil crianças nascidas possa ser autista. Esta taxa foi extraída de estudos realizados em diferentes partes do mundo, cujos resultados giram em torno deste valor. O autismo incide igualmente em famílias de diferentes raças, credos ou classes sociais.

Em cooperação internacional, os especialistas concordaram em usar certos critérios de comportamento no diagnóstico do autismo. Estes critérios foram explicitados em trabalhos de referência que foram publicados. O esquema mais recente é o descrito no Manual de Diagnóstico e Estatístico (DSM-IV) da Associação Americana de Psiquiatria. Em relação ao tratamento ambiental, que até o momento é a base dos tratamentos, existem vários métodos, sendo os mais conhecidos: o ABA (Analisa Aplicada do Comportamento) e o TEACCH (Tratamento e Educação de Crianças com Comportamento Autista). Ainda não há evidência científica comprovando se esses métodos realmente funcionam e qual é o melhor deles.

A orientação é que as intervenções ambientais devam começar a qualquer suspeita do transtorno, sem necessidade de uma comprovação diagnóstica em fases inicias para se indicar a terapia.

Documentário produzido pela MTV mostra um pouco mais sobre o que é autismo, como é feito o diagnóstico e a história de famílias com filhos autistas.

 

 


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