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Saúde

Bariátrica: longe de ser uma solução mágica

A sua vida mudou muito nos últimos cinco anos? Independente do que aconteceu, é provável que não tenha sofrido reviravoltas tão intensas quanto as que transformaram a vida da lajeadense Vania Mara Trindade. A primeira delas foi em 2011. Um acidente de motocicleta, quando ela voltava do trabalho, deixou sequelas graves na massoterapeuta que hoje tem 48 anos. Ela precisou de um grande tempo de recuperação, e com a mobilidade reduzida, ganhou 46 quilos, tornando-se uma pessoa obesa. Depois de cinco anos tentando realizar exercícios e perder peso, sem sucesso, Vania recebeu um diagnóstico que mudou mais uma vez a vida dela. Para voltar a ter qualidade de vida, ela iniciaria um longo e minucioso processo para realizar uma cirurgia bariátrica.

“A partir disso, comecei a consultar com a equipe multiprofissional da Unimed, que foi fundamental em todos os passos. Mas não dá pra pensar que é uma solução mágica. O caminho é sofrido, longo e precisa ter muita força de vontade para valer a pena”, argumenta Vania, que realizou o procedimento em novembro de 2015, e colocou em prática uma verdadeira revolução na rotina desde então.

 

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“Tenho uma alimentação regrada, pratico exercícios no grupo de atividade física do Espaço Viver Bem e tenho acompanhamento periódico com médico, nutricionista, psicólogo e psiquiatra. Por isso estou conseguindo manter a perda de 46 quilos que tive com a cirurgia”, conta.

Conforme o especialista em cirurgia bariátrica, cirurgia do aparelho digestivo e cirurgia geral, médico Evandro Reis, o caso de Vania é um exemplo claro da necessidade de uma intervenção. Mas essa não é a regra para todos os casos.

“O primeiro passo para quem está pouco ou muito acima do peso é consultar com o médico de referência, mudar os hábitos e buscar uma reeducação alimentar”, salienta.

 

Obesidade preocupa
Evandro Reis alerta que a obesidade, uma doença que pode ser “adquirida” durante a vida, é a que mais preocupa os pesquisadores ao redor do mundo, e está se tornando uma questão de saúde pública. “Nos últimos 10 anos, a obesidade no Brasil aumentou em 60%, segundo o mais recente estudo do Ministério da Saúde, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% da população em 2016”, lembra o médico. “E esse aumento tem impacto direto na incidência das cirurgias bariátricas”, complementa.

 

Blog Unimed VTRP Balança

 

É possível comprovar a afirmação do médico da Unimed VTRP ao perceber a evolução dos números ao longo dos últimos anos. As cirurgias bariátricas no Brasil aumentaram 7,5% em 2016, se comparado com o ano de 2015. Os dados mais recentes, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) apontam que, no ano passado, cerca de 100 mil pessoas fizeram a cirurgia para redução de estômago no país. Ainda de acordo com a SBCBM, entre os anos de 2008 a 2016, o número de cirurgias bariátricas realizadas no Brasil cresceu 136%.

“A intervenção diminui drasticamente o tamanho do estômago e pode modificar o trajeto dos alimentos, reduzindo sua absorção. É preciso esgotar todas possibilidades antes de decidir pela intervenção cirúrgica”, pondera Reis.

 

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